Os números contam a história de sucesso do Hemo 2007. Mais de 4 mil participantes, aproximadamente 300 conferencistas, sendo 30 internacionais, 1200 trabalhos premiados, muitos deles de categoria internacional. O Congresso também foi marcado por inovações: os programas educacionais gratuitos, a Super Quarta, e os pôsteres guiados. Outro recorde foi batido este ano: o número de alunos de pós-graduação e residentes chegou próximo de mil, ou seja, quase 25% do total de participantes. Estes jovens tiveram uma rara oportunidade de conhecer profissionais experientes de todo o mundo. E para essa massa crítica da especialidade, o encontro também foi muito saudável porque possibilitou o contato com a nova geração de hematologistas e hemoterapeutas. Os temas livres também atraíram um grande número de interessados. Para cada um deles foram escolhidos os oito melhores profissionais da especialidade.
Os participantes destacaram o alto nível das conferências, mesas-redondas e debates e a importância da integração com outros profissionais da área médica.
No último dia do Hemo 2007, a organização preparou dois interessantes debates, ambos ao meio-dia. O “Uso da Eritropoetina na Anemia de Doença Crônica” teve como palestrante à favor o Dr. Rodolfo Cançado, da Santa Casa de São Paulo e, o debate sobre “Há indicações de Transplante de Medula Óssea como primeira linha para tratamento de LMC?”, teve de um lado o Dr. Ricardo Pasquini, do HC da UFPR e, de outro, o Dr. Cármino de Souza, da Unicamp.
Tudo isso, aliado a organização profissional da VS Futura e da coesão entre SBHH e CBH, fizeram do Hemo 2007, um grande e absoluto sucesso. O Congresso é, seguramente, o maior da América Latina na especialidade e, sem exageros, um dos maiores do mundo.
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