A SBHH esteve presente na cerimônia de assinatura de contrato para a construção da primeira Unidade de Processamento de plasma do país, no último dia 17 de abril, no Instituto Butantan, em São Paulo. O governador José Serra disse que a obra que ficará pronta em dois anos é um marco histórico importante para São Paulo e o Brasil. O diretor administrativo da SBHH, Dr. Dante Langhi Junior, o diretor de comunicação, Dr. João Carlos Pina Saraiva e o diretor científico Cármino Antonio de Souza, aproveitaram a oportunidade para manter contato com um grande número de autoridades da área da saúde, da hematologia e da hemoterapia.
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A cidade de São Paulo será sede da primeira Unidade de Processamento de Plasma (fábrica de hemoderivados) do Brasil. O governador José Serra e o Secretário de Estado da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, assinam na quinta-feira (17) às 16 horas, o contrato para a construção da unidade, que vai funcionar no Instituto Butantan.
A nova unidade receberá investimento de R$ 57 milhões para as obras de construção. O Ministério da Saúde também deverá participar do empreendimento liberando recursos para a aquisição de equipamentos.
A fábrica de hemoderivados deve, já em 2010, iniciar a produção de imunobiológicos a partir do fracionamento do plasma de sangue humano, como imunoglobulinas e albuminas. Hoje esses procedimentos são realizados na Europa.
Além de ser a primeira do gênero no país, a fábrica será também a única no mundo a produzir derivados do sangue totalmente obtidos por meio da cromatografia, processo tecnológico que permite recuperar do plasma dezenas de proteínas de interesse médico, antes descartadas pelo processo clássico com a utilização de álcool.
O processo permitirá utilizar as proteínas para no tratamento de bebês recém-nascidos atendidos pelo Sistema Único de Saúde, como acontece com o surfactante pulmonar, também produzido pelo Instituto Butantan.
A unidade, com cerca de 10 mil m², terá capacidade de processar até 150 mil litros de plasma sanguíneo. O Estado de São Paulo responde por cerca de 50% de todo o plasma sanguíneo coletado no Brasil. |